quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Aspectos Positivos e Negativo

Aspectos positivos:
A minha ideia consiste em um sistema muito simples que pode ser adaptado no processo de construção de uma casa!
A minha ideia é fazer para além das canalizações de água existentes fazer mais uma à parte que chamarias de canalização de aproveitamento.
Esta canalização vai aproveitar toda a água dos banhos e lavatórios que em vez de se perder no sistema de drenagem de águas vai ser canalizada para um depósito passando antes por um filtro que filtra toda a sujidade.
Aspectos Negativos:
Imaginem toda a água que e desperdiçada nos banhos, um Inverno repleto de chuva, toda essa água e desperdiçada!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

rui


Eu sou como o nº24.Porque é parcido comigo.Os outros vêem-me como o nº6. Porque tó sempre a falar e as vezes a cantar. Gostaria que os outros me vissem como o nº11. Porque gostava que vissem esse bonoco em mim.E que não me vissem como o nº6.Porque nem sempre to a cantarO colega que se senta ao meu lado esquerdo é como o nº 12. Porque é o mais parcido com o nº.



Marcos




Eu sou como o nº11.Porque é como sou.
Os outros vêem-me como o nº22. Porque é como sou.
Gostaria que os outros me vissem como o nº11 ou o nº22. Porque tambem e como sou.
E que não me vissem como o nº23.Porque não sou mau.
O colega que se senta ao meu lado esquerdo é como o nº11. Porque ele e como ele é.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Onde podemos fazer a Reciclagem de Equipamentos electrónicos em portugal?

Portugal precisa, segundo o responsável, de acções de sensibilização mais focalizadas neste mercado e de campanhas mais directas, já que, segundo um inquérito realizado pela Amb3E, 80 por cento da população não sabe o que fazer com os REEE. A acção das entidades gestoras tem sido, para Bruno Vidal, «bastante satisfatória», com excepção do campo da sensibilização. «A sua eficácia não está a ser a melhor ou a pretendida», refere.Fora de Portugal existem bons exemplos. Há muitos países cujos resultados comprovam que as metas são exequíveis, como a Suíça, a Holanda, a Noruega ou a Suécia, que alcançaram resultados «francamente superiores», diz. Por exemplo, a Noruega reciclou cerca de16 kg por habitante e a Holanda 9 kg. Apesar de «serem realidades e economias diferentes, provam que os 4 kg são exequíveis», diz, acrescentando que «ainda há um longo caminho a percorrer em Portugal».Com o aparecimento das entidades gestoras em 2006 - Amb3E e ERP - «houve apenas uma deslocalização da proveniência dos REEE. Tratou-se apenas de uma substituição de mercado, pois já tínhamos muitas empresas com quem trabalhávamos», explica. Numa primeira fase, diz, sentiu-se apenas o impacto directo a nível administrativo, tendo havido um ligeiro aumento em 2007.Criada em 2001, a Interecycling já ultrapassou uma fase menos positiva nos seus resultados financeiros. A empresa surgiu, segundo um responsável, «desadequada em relação ao que o mercado fazia», pelo que passou por um período menos positivo. No entanto, em 2005, após ter conseguido formar um mercado e de ter apostado na sensibilização, conseguiu superar as dificuldades encontradas no início da sua actividade, recorda.Apesar de ter uma capacidade instalada para 35 mil toneladas, a Interecycling reciclou, em 2007, cerca de 7 500 toneladas de REEE. Ainda assim, a empresa investiu 700 mil euros no ano passado e este ano irá investir cerca 1,5 milhões de euros em melhorias no processo produtivo e das fracções finais.

Existe alguma câmara municipal que faça esta recolha em Portugal?

Câmara Municipal de LouléCâmara Municipal da GolegãCâmara Municipal de SantaremCâmara Municipal de LisboaCâmara Municipal da Guarda

Como funciona a Reciclagem de óleos de automóveis?


As frotas automóveis das câmaras municipais do Algarve poderão começar a ser abastecidas com óleo alimentar usado já a partir de 2008, graças a um projecto candidato a fundos comunitários, disse à Lusa fonte da associação ambientalista Almargem.Na origem do projecto está a necessidade de baixar o custo do consumo das frotas municipais, mas também a intenção de «ajudar a resolver o problema ambiental do destino dos óleos usados», disse à Lusa o responsável pelo projecto, Alfredo Franco.«Em todo o Algarve são produzidas mensalmente 100 toneladas de óleos alimentares usados, tanto como os espaços comerciais produzem», disse.Só que, acrescentou, ao contrário do que acontece com os hotéis e a restauração, em que o problema é resolvido através de um sistema legal de recolha selectiva, «em nossas casas cada um resolve o problema à sua maneira».Os estudos demonstram que 55 por cento dos óleos usados perdem-se no esgoto, enquanto 45 por cento vão para o lixo, isto é, acabam nas estações de tratamento de resíduos sólidos.Ponha o óleo no OleãoTal como já acontece na cidade espanhola de Valência e em Sintra, e acontecerá brevemente em Oeiras, os consumidores domésticos serão convidados a depositar o óleo em contentores que estarão junto dos recipientes para o vidro, papel e embalagens.Um camião-cisterna com capacidade para 10 mil litros fará a recolha dos oleões em todos os eco-pontos e levá-los-á para uma central de refinamento, a instalar num município ainda não escolhido.«Já temos dois municípios que se ofereceram para albergarem essa central, na zona central do Algarve», garante Alfredo Franco, escusando-se a revelar a localização.O controlo do refinamento será feito pela Universidade do Algarve.Posteriormente, o óleo de cada município regressará ao concelho de origem em quantidades proporcionais às das recolhas, mas sob a forma de biocombustível B30, isto é, com 30 por cento de óleos usados refinados e 70 por cento de gasóleo tradicional.O uso de biocombustíveis trará «evidentes benefícios económicos» para os municípios aderentes, sublinha o dirigente ambientalista, informando que só a frota da câmara de Loulé gasta 600 mil litros de gasóleo e todos os camiões do lixo ao serviço da empresa intermunicipal Algar gastam 1,6 milhões de litros.

Como funciona a Reciclagem do aço?

A reciclagem de aço é uma das formas de reaproveitamento mais antigas do mundo. Já no Império Romano, os soldados recolhiam utensílios e armas após guerras para serem refundidos. E quanto mais foi aumentando a utilização do ferro, mais a reciclagem desse material foi crescendo.